segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

César Martingil vence a primeira prova do ano Sub-23

O ribatejano César Martingil (Liberty Seguros/Carglass) ganhou hoje, ao sprint, a Volta à Maia, primeira corrida pontuável para a Taça de Portugal de Sub-23,disputada ao longo de 148,6 quilómetros. 

O corredor da equipa de Oliveira de Azeméis respondeu da melhor forma ao trabalho dos colegas de equipa, que anularam a fuga de António Barradas (Maia), Emanuel Duarte (Sicasal/Constantinos/UDO) e Alejandro Rodríguez (Supermercados Froiz), uma iniciativa que animou grande parte da viagem. 

Foi um pelotão restrito a 30 corredores que lutou pela vitória. César Martingil foi o mais veloz, relegando Fábio Mansilhas (Anicolor) para o segundo lugar e Jorge Montenegro (CC Padronés/Aluminios Cortizo) para o terceiro posto. 

“Os fugitivos ficaram reduzidos a dois e tiveram de enfrentar muito vento. Mesmo assim, foi necessário a equipa pegar na corrida, com cerca de metade da prova disputada, para que houvesse uma chegada ao sprint. Eu e o Luís [Gomes] éramos as apostas para o final. O Luís acabou por fazer um excelente lançamento e eu pude vencer”, afirmou César Martingil no final da competição. 

A Anicolor venceu por equipas. Álvaro Ferreira (Goldwin/Team José Maria Nicolau) foi o melhor sub-23 de primeiro ano. Luís Mendonça (Sicasal/Constantinos/UDO) ganhou a classificação dos trepadores. 

A Taça de Portugal de Sub-23 terá mais duas etapas, nos dias 30 de abril e 1 de maio, na região de Aveiro.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Sub-23 estreiam-se já amanhã com a IV Volta à Maia

A IV Volta à Maia, que se disputa já amanhã, 28 de fevereiro, marca o arranque da edição de 2016 da Taça de Portugal de Sub-23. Ao contrário do que sucedeu nas épocas anteriores, os sub-23 terão um troféu próprio, a disputar sem terem a concorrência dos corredores de elite das equipas continentais. 

A prova deste domingo tem 148,6 quilómetros, com partida (11h00) e chegada (14h30) no centro da Maia, apresenta um traçado de constante sobe e desce, embora sem subidas muito pronunciadas. Os corredores vão completar três voltas a um circuito com passagem pela zona industrial da Maia, Guardeiras, Vilar do Pinheiro, Gilão, Fornelo, Carriça, Camposa, S. Miguel-o-Anjo, Travagem, Alto da Maia, Mosteiro de Águas Santas, Milheirós e Nogueira da Maia. 

Vão participar as equipas de clube portuguesas – ACDC Trofa, Anicolor, Goldwin/Team José Maria Nicolau, Liberty Seguros/Carglass, Maia, Moreira Congelados/Feira/Bicicletas Andrade e Sicasal/Constantinos/UDO -, equipas de clube galegas, a equipa continental sueca Bliz-Merida e podem inscrever-se os corredores sub-23 das equipas continentais portuguesas. 

A Taça de Portugal de Sub-23 terá mais duas provas, a disputar nos dias 30 de abril e 1 de maio, na região de Aveiro.




Boas noticias para Adriano Malori

O ciclista italiano Adriano Malori (Movistar) teve hoje alta ao recuperar satisfatoriamente do traumatismo cranioencefálico sofrido a 22 de janeiro, na sequência de uma queda durante o Tour de San Luis, na Argentina.

Depois do acidente, o ciclista da Movistar foi internado num hospital da província central argentina e sujeito a coma induzido, tendo sido transferido a 26 de janeiro para uma clínica especializada de Buenos Aires, a fim de ser submetido a exames médicos “mais precisos, com técnicas e instrumentos não disponíveis na clínica de San Luis”.

Adriano Malori foi posteriormente transferido para a Clínica Universitária de Navarra, a 16 de fevereiro, para continuar o seu tratamento. De acordo com o centro hospitalar, o paciente evoluiu “com resultados satisfatórios”, pelo que hoje teve alta.

O campeão italiano de contrarrelógio tem publicado fotos no Twitter, a mostrar a sua evolução e a agradecer o apoio dos adeptos.

Também hoje, Jonathan Castroviejo foi operado à fratura do cúbito do braço esquerdo, que sofreu ao chocar com um espetador após a última etapa da Volta ao Algarve, no domingo.

Os médicos estimam que o campeão espanhol de contrarrelógio, que chocou com um adepto quando descia para a zona das caravanas, após o final da quinta etapa, vá estar parado durante dois meses.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Filipe Cardoso desafia adeptos a serem ciclistas de elite por dois dias

O I Training Camp de Ciclismo, organizado por Filipe Cardoso, vai proporcionar aos adeptos uma experiência rara na pele de atletas de elite, com os participantes a serem convidados a tornarem-se ciclistas durante um fim de semana.

Filipe Cardoso (Efapel) é, muito provavelmente, o ciclista mais popular do pelotão nacional entre os adeptos da modalidade e a razão é simples: “Há muito tempo que tento, dentro do possível, estar ligado aos amantes da bicicleta, amigos, conhecidos e desconhecidos. Com o passar dos anos tenho recebido, através das redes sociais e pessoalmente, centenas de perguntas sobre as mais diversas áreas que influenciam o rendimento na bicicleta”.

Essas dúvidas de “atletas amadores de estrada e BTT, atletas profissionais, sub-23 ou simples ciclistas que andam de bicicleta ao domingo”, sobre treino, alimentação, suplementação, nutrição, a bicicleta e seus componentes, foram o embrião para o I Training Camp de Ciclismo, que se realiza sábado e domingo, no Clube de Vela de Viana do Castelo.

Durante dois dias, os 30 participantes – o corredor da Efapel teve de limitar o número de inscritos para poder dar a devida atenção a todos – vão viver “a experiência de serem atletas de elite, sem o stress da competição e com acesso a informação e equipamentos a que de outra forma não iam conseguir aceder.

“Vão aprender a treinar com mais qualidade seja qual for o seu objetivo, vão perceber a importância da parte médica e da experiencia na modalidade, aprender a ler os rótulos da suplementação e a comer antes, durante e depois do esforço. Vão sair dali com as noções-base para depois, em casa, serem atletas mais saudáveis e olharem para a bicicleta com mais interesse ainda”, explicou à agência Lusa o último vencedor de uma etapa da Volta a Portugal no alto da Senhora da Graça.

No plano desenhado para o fim de semana incluem-se duas manhãs para pedalar, nas quais Cardoso vai ser o guia e o responsável por controlar o ritmo do treino, enquanto as tardes serão dedicadas ao esclarecimento de dúvidas, partilha de experiências e a avaliação física dos participantes. “Será feita uma medição das “pregas” a todos, ficando todos a saber quantos quilinhos têm a mais”, brincou.

Para esta aventura, Filipe Cardoso conta com a ajuda de dois médicos, Benjamim Carvalho, um veterano nas lides velocipédicas, e o seu filho Bruno Carvalho, com os três a proporem-se a responder a questões tão diferentes como “Qual o propósito do treino específico, com intensidades, tempo e repetições predefinidas?” ou “Qual é a diferença entre andar cinco horas a conversar e fazer uma hora de treino específico?”.

“Temos mantido um contacto constante com os que já confirmaram a inscrição e vamos revelando aos poucos tudo aquilo que pretendemos. Mesmo assim acho que vão ficar surpreendidos com as condições e com o cuidado com que preparámos tudo e também quando partilhar os dados de frequência cardíaca, velocidades, potência de algumas etapas, nomeadamente da etapa da Volta a Portugal que ganhei na Senhora da Graça. Vão perceber que o ciclismo de alta competição é muito violento”, garantiu.

Mas nem tudo será sofrimento. “Na nossa perspetiva, desporto é equilíbrio, portanto sábado vamos também ter um bonito jantar em frente ao rio nas instalações do Clube de Vela com um enólogo meu amigo que nos vai trazer os vinhos e falar um bocadinho sobre cada garrafa que abrir”, completou.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

34ª da Volta ao Alentejo entre os dias 16 e 20 Março

A 34.ª edição da Volta ao Alentejo, hoje apresentada em Évora, vai disputar-se ao longo de 907,8 quilómetros, entre 16 e 20 de Março. 

A prova terá cinco etapas em linha e terá a participação de 22 equipas, oriundas de oito países. As equipas continentais e de clube portuguesas terão pela frente uma seleção nacional e nove equipas forasteiras. 

A prova arranca com a etapa rainha, ainda que seja a mais curta da competição. Os corredores vão cumprir 158 quilómetros, entre Portalegre e Castelo de Vide. Há quatro contagens de montanha - metade das subidas pontuáveis de toda a Volta - nos derradeiros 55 quilómetros da viagem. 

A segunda tirada, 206,2 quilómetros entre Monforte e Montemor-o-Novo, termina na rampa do castelo de Montemor, onde poderão fazer-se algumas diferenças de segundos, importantes para acertar a geral. 

Ao terceiro dia chega, em todo o esplendor, a planície alentejana, numa ligação, própria para roladores, de 186,6 quilómetros, entre Portel e Beja. 

A quarta etapa une Aljustrel a Grândola e terá 184,7 quilómetros, Os últimos 172,3 quilómetros serão disputados na quinta etapa, entre Santiago do Cacém e Évora, com a meta instalada na Praça do Giraldo.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Volta ao Algarve - Etapa 4 - São Brás Alportel - Tavira (194 km)


Milhares de pessoas assistiram hoje, em Tavira, à vitória do alemão Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) na quarta etapa da Volta ao Algarve, uma longa viagem de 194 quilómetros, que se iniciou em S. Brás de Alportel. Tony Martin (Etixx-QuickStep) continua no comando da classificação geral. 

A quinta vitória de Marcel Kittel na época de 2016 foi conseguida da forma que o germânico mais gosta, ao sprint. Numa longa reta, ascendente, ladeada por milhares de adeptos, Marcel Kittel impôs-se com autoridade, relegando o holandês Wouter Wippert (Cannondale) para o segundo lugar e o belga Jens Debusschere (Lotto Soudal) para o terceiro posto. Vítima de queda, a cerca de 40 quilómetros do final, André Greipel (Lotto Soudal) não pôde discutir a etapa. O melhor português foi Samuel Caldeira (W52-FC Porto), nono classificado.

Marcel Kittel prolongou o domínio alemão em Tavira, já que as últimas três vitórias de etapa na cidade do Gilão também pertenceram a corredores germânicos: André Greipel, em 2011, Gerald Ciolek, em 2012, e Tony Martin, em 2013. 

“Não tenho palavras para expressar o orgulho que sinto. As duas vitórias no Algarve foram muito boas. Hoje fizemos um excelente trabalho. Podemos estar super orgulhosos pela nossa prestação no Algarve. Vi o André [Greipel] cair, espero que esteja tudo bem”, afirmou Marcel Kittel. 

Desta feita Tony Martin não venceu, mas nem por isso deixou de ter motivos para celebrar. Subiu ao pódio para envergar a camisola amarela Cyclin’Portugal que levará no corpo, neste domingo, para a quinta e última etapa da Volta ao Algarve. O galês Geraint Thomas (Sky), dono da camisola azul Liberty Seguros, de melhor trepador, é o segundo classificado, apenas a 3 segundos, e é o mais forte candidato a conquistar a geral individual. 

"O final foi tranquilo. Cheguei relaxado, a nossa equipa conseguiu controlar tudo. Nos últimos 20 quilómetros, o pelotão estava bastante nervoso mas soubemos nos organizar e levar o Marcel [Kittel] à vitória. Amanhã sei que não será fácil. Tentarei manter-me com o [Geraint] Thomas e ver como me aguento. Tenho tido boas sensações mas só amanhã é que posso confirmar como realmente estou", declarou o líder. 

"Estou ansioso por amanhã. A equipa está forte, penso que vamos fazer um bom trabalho. É simpático da parte do [Tony] Martin considerar-me o favorito, ele que aqui já ganhou duas vezes. Não precisa de ser ganancioso e bem pode deixar-me ganhar amanhã. Espero ter boas pernas na subida final ao Malhão. Vou ver como me saio, mas diria que, em termos de confiança, numa escala de zero a dez, estou com dez", avançou Geraint Thomas.

Outro aspirante de peso ao amarelo da glória é o basco Ion Izagirre (Movistar), terceiro classificado, a 20 segundos. Tiago Machado (Katusha), sétimo classificado, a 59 segundos da liderança, é o melhor português. Seguem-se Nelson Oliveira (Movistar), 11.º, a 1m09s, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), 14.º, a 1m33s. 

A Katusha comanda por equipas, Marcel Kittel enverga a camisola verde Turismo do Algarve, de líder por pontos, e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) parte a última ligação com a camisola branca Fundação do Desporto, símbolo de melhor jovem. 

A 42.ª Volta ao Algarve termina neste domingo com uma jornada que se adivinha de apoteose. Os corredores vão percorrer 169 quilómetros, entre Almodôvar e o alto do Malhão, em Loulé. A meta coincide com uma contagem de montanha de segunda categoria. A tirada termina na segunda passagem pelo Malhão. Os derradeiros 50 quilómetros são de constante sobe e desce, prestando-se a ataques. 

Domingo será também dia de Algarve Granfondo, prova aberta a amadores, que tem início e final em Loulé. Vão participar 700 ciclistas, que terminarão a tempo de se deslocarem para o Malhão, engrossando a multidão esperada na mítica subida algarvia. Os dados estão lançados para uma imensa festa de ciclismo. 

Classificações: 

1. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), 4h46m35s 
2. Wouter Wippert (Cannondale), mt 
3. Jens Debusschere (Lotto Soudal), mt 
4. Jonas van Genechten (IAM Cycling), mt 
5. José Joaquim Rojas (Movistar), mt 
6. Andrea Pasqualon (Roth Team), mt 
7. Phil Bauhaus (Bora-Argon 18), mt 
8. Dylan Groenewegen (Lotto NL-JUmbo), mt 
9. Samuel Caldeira (W52-FC Porto), mt 
10. Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), mt 




sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cancelara vence... Martin lidera e Luis Leon Sanchez abandona

Os dois melhores contrarrelogistas do mundo da última década, Fabian Cancellara (Trek-Segafredo) e Tony Martin (Etixx-QuickStep), destacaram-se, hoje, na terceira etapa da Volta ao Algarve, um exercício individual de 18 quilómetros, em redor de Sagres. O suíço ganhou a etapa e o alemão assumiu o comando da classificação geral. O anterior líder, Luis León Sánchez (Astana), caiu e não terminou a etapa. 

Num percurso plano, os grandes especialistas deram cartas e proporcionaram uma tarde de emoções fortes. Fabian Cancellara foi o mais veloz, pedalando à média de 51,551 km/h, terminando o contrarrelógio em 20m57s. Tony Martin, que logrou o melhor registo na cronometragem intermédia, ao quilómetro 11,3, cedeu na segunda metade da prova, concluindo a etapa a 5 segundos do helvético. O britânico Geraint Thomas (Sky) manteve a regularidade ao longo de todo o percurso, sendo terceiro classificado, a 28 segundos de Cancellara. 

"Estou satisfeito com esta vitória, a maior alegria é vencer. Claro que bater o Tony Martin, assim como todos os outros, é importante. O vento estava muito forte. Antes de sair para um 'crono' há que considerar todos os aspetos técnicos e como vamos 'rolar'. Senti-me bem no aquecimento e fui atrás da vitória. Depois de tantos anos de ausência é bom regressar ao Algarve e voltar a casa com uma vitória. Este era o meu objetivo na Volta ao Algarve", declarou Fabian Cancellara, após a consagração no pódio. 

O espanhol Luis León Sánchez partiu com a camisola amarela Cyclin’Portugal, disposto a segurar a liderança. No ponto intermédio conseguiu o sexto tempo, mas, na zona de inversão de marcha a bicicleta derrapou, atirando o espanhol ao chão e impedindo a sua continuidade em prova. 

Tony Martin, que chegou extenuado ao final do contrarrelógio, sentando-se no chão após cortar a meta, viu o esforço recompensado. Não venceu a etapa, mas envergou a camisola amarela e é candidato a conquistar a Volta ao Algarve pela terceira vez na carreira, depois dos triunfos de 2011 e de 2013. O britânico Geraint Thomas (Sky), vencedor da Volta ao Algarve do ano passado, é o adversário mais direto, apenas a 3 segundos. O terceiro classificado é o basco Ion Izagirre (Movistar), a 20 segundos. 

"Vamos ver se a amarela é para manter, ainda falta duas etapas. Tendo esta camisola e vou tentar ficar com ela até ao fim. Conheço bem a última subida [Malhão, Loulé], já lá estivemos noutros e espero estar num dia bom. Vim para ganhar o contrarrelógio. Não estou satisfeito com o resultado mas sim com a minha prestação. Penso que o [Geraint] Thomas é favorito, pois é mais forte do que eu na montanha", considera Tony Martin. 

Nelson Oliveira foi o melhor luso na etapa, que terminou na quinta posição, a 37 segundos de Cancellara. Na geral continua a ser Tiago Machado (Katuhsa) o português em evidência, embora tenha baixado ao sétimo lugar, a 59 segundos do líder. Nelson Oliveira é 11.º, a 1m09s, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte) fecha o top 15, a 1m38s do primeiro. 

A luta pela camisola amarela Cyclin’Portugal promete ser acesa até domingo, com as bonificações das metas volantes e das chegadas e ainda com a subida ao alto do Malhão a prometerem espectáculo. 

Nas restantes classificações, nota para o excelente desempenho coletivo da Movistar, que hoje colocou quatro corredores nos sete primeiros, vencendo por equipas, um desempenho, todavia, insuficiente para impedir a liderança coletiva da Katusha. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) veste a camisola verde Turismo do Algarve, dos pontos, Geraint Thomas enverga a azul Liberty Seguros, da montanha, e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) é o dono da camisola branca Fundação do Desporto, que premeia o melhor jovem. 

A quarta etapa corre-se neste sábado, ao longo de 194 quilómetros, entre S. Brás de Alportel e Tavira. Prevê-se uma etapa com chegada ao sprint, onde se poderá assistir à reedição do duelo entre velocistas que marcou a etapa inaugural, em Albufeira. 

Classificação:

1.º Fabian Cancellara (Trek-Segafrado), 20m57s (Média: 51,551 km/h) 
2.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), a 5s 
3.º Geraint Thomas (Sky), a 28s 
4.º Ion Izagirre (Movistar), a 37s 
5.º Nelson Oliveira (Movistar), mt 
6.º Jonathan Castroviejo (Movistar), mt 
7.º Alex Dowsett (Movistar), a 40s 
8.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 51s 
9.º Victor Campanaerts (Lotto NL-JUmbo), mt 
10.º Ramunas Navardauskas (Cannondale), a 55s